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    Guia de Espécies

     

     

    Eugenia insipida St. Hil.

     

     (Myrtaceae)

     

     

     

     

    NOMES POPULARES: Murta, murtinha, murta-da-praia.

     

    DESCRIÇÃO: Arbusto de 1 a 3 metros de altura, suas flores são alvas, dispostas em cachos. Possui frutos muito atraentes, baga vermelha, oblonga, coroada pelo cálice, com um caroço grande envolto por uma polpa comestível, acídula. Comum nos tabuleiros litorâneos nordestinos.

     

    SITUAÇÃO: Planta de exterior. Necessita ficar situada a pleno sol, em local bem arejado. 

     

    REGA: Constante nas estações quentes ou de crescimento da planta e moderada durante o Inverno, de maneira que o substrato permaneça continuadamente úmido.

     

    ADUBAÇÃO: Utilizar, preferencialmente, um adubo orgânico de lenta decomposição, durante a estação de crescimento vegetativo, que vai da Primavera até final do Verão, nas regiões com estações bem definidas, ou do começo do Verão até o início da estação das chuvas, no Nordeste. A adubação deve ser renovada após a decomposição total do fertilizante. Durante o Inverno, suspenda a adubação.

     

    PODA: Eliminar os galhos compridos ou mal-formados, de forma a manter o estilo bem definido. No início da Primavera e período de chuvas (NE), pode-se efetuar uma desfolha total da planta, cortando-as pelo pecíolo, a fim de favorecer a formação de camadas mais densas.

     

    ARAMAÇÃO: A Murta, como a maioria das mirtáceas, tolera muito bem à aramação. Os melhores resultados são obtidos quando feitos durante o período em que a planta está em repouso vegetativo, o que reduz o risco de deixar marcas indesejáveis.

     

    PROPAGAÇÃO: Dá-se facilmente através de sementes.

     

    TRANSPLANTE: Pelo menos a cada dois anos, eliminando-se as raízes longas e apodrecidas, o que favorecerá o surgimento de novas raízes finas, essenciais para a boa saúde da planta. A melhor época para este procedimento é o início da Primavera, nas regiões com as estações bem definidas, ou durante o período chuvoso, no Nordeste. O substrato deve possuir boa drenagem, com pelo menos 30 % de pedriscos de 2 a 3 mm, tijolo triturado (50%) e matéria orgânica (20%), como terra vegetal de boa procedência.

     

     

     

     

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